segunda-feira, 21 de julho de 2014

GARANHUNS PODE GANHAR CONCHA ACÚSTICA E PLANO MUNICIPAL DE CULTURA E ARTES



Autor do projeto que Instituiu o Sistema de Incentivo a Cultura – SIC em Garanhuns, o vereador Audálio Filho solicitou ao Executivo Municipal a implantação do Plano Municipal de Cultura e Artes para os bairros e área rural do município.

Segundo o parlamentar o referido plano consiste num conjunto de estratégias e diretrizes para a execução de políticas públicas para a área cultural no âmbito do município, ação essa que vai enquadrar Garanhuns nos moldes do Plano Nacional de Cultura, habilitando-o para receber os repasses de verbas públicas específicas tanto estadual como federal.
O plano deve conter eixos temáticos e propostas que visem valorizar a classe artística bem como fomentar a cultura incentivando e resgatando a diversidade cultural de cada localidade a exemplo das festas de bairros, padroeiros de comunidades entre outros.

“A iniciativa visa promover o trabalho de produtores culturais, músicos, arte-educadores, profissionais de artes cênicas, artesãos, literários, artistas plásticos entre outros profissionais da área, para que Garanhuns tenha sempre um produto cultural para oferecer aos munícipes” ressaltou o autor da proposta vereador Audálio Filho.

CONCHA ACÚSTICA: Também de autoria do vereador Audálio Filho, a Câmara Municipal aprovou o requerimento endereçado ao Poder Executivo para a construção de uma Concha Acústica no Parque Ruber van der Linden, popularmente conhecido como Pau-Pombo, que é um dos principais polos do Festival de Inverno, marcado pela música instrumental de qualidade.

A Concha Acústica teria o formato de semi-arena ao ar livre, criando um espaço cultural alternativo para artistas e público, destinado a apresentações em diversos segmentos artísticos, principalmente musicais, mas abrindo espaço para o teatro, inclusive popular, dança, orquestras, etc.

O projeto tem grande apelo sócio-cultural, e impacto direto no turismo e na economia criativa do município.(Blog do Ronaldo Cesar)




24º FIG - COM PROGRAMAÇÃO DIVERSIFICADA O INSTITUTO HISTÓRICO DE GARANHUNS É PALCO MULTICULTURAL

Workshop,lançamentos de livros e CD, palestra, exibição de documentário, apresentação musical e exposição fazem parte da programação de atividades culturais que acontece no Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns durante a 24ª edição do Festival de Inverno.


domingo, 20 de julho de 2014

GARANHUNS CONTA COM LEI QUE INCENTIVA A CULTURA

Principal mecanismo municipal para o financiamento de projetos culturais da sociedade civil, inscritos e aprovados em editais públicos no município de Garanhuns o Sistema de Incentivo à Cultura – SIC, foi criado pela Lei Municipal Nº 3301/04 de autoria do vereador Audálio Filho em seu primeiro mandato de vereador em 2004.

Segundo o vereador Audálio a lei visa incentivar, difundir, valorizar e preservar as artes e o patrimônio cultural do município de Garanhuns uma vez que incentivadores poderão fazer doações, patrocínios e investimentos em projetos culturais de nosso município podendo abater do imposto devido ao município (100%, 70% e 25% respectivamente)

“A lei do SIC é um marco na história da cultura de Garanhuns e uma conquista resultante da luta da classe artística. É dever do Estado fomentar a cultura”, afirma o vereador Audálio Filho, presidente da Câmara Municipal de Garanhuns. (Do Blog do Vereador Audálio)

quinta-feira, 17 de julho de 2014

SENADO APROVA ESTATUTO QUE GARANTE PORTE DE ARMA A GUARDAS MUNICIPAIS

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto de lei que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais. O texto, que seguirá para sanção presidencial, regulamenta a profissão e autoriza o porte de arma à categoria.

Atualmente, a Constituição estabelece que os municípios poderão constituir guardas destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme lei local. Mas não há regras sobre o uso de armas pelas guardas, e o porte varia em cada cidade.

A proposta, que foi relatada no Senado por Gleisi Hoffmann (PT-PR), deixa explícita a autorização legal para o porte de arma de fogo pelas guardas municipais, desde que respeitado o Estatuto do Desarmamento. O direto poderá ser suspenso, conforme o projeto, em razão de restrição médica, decisão judicial ou justificativa apresentada por autoridades estaduais.
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  A aprovação foi comemorada por dezenas de guardas municipais que compareceram ao plenário do Senado para acompanhar a votação. Um dos dispositivos pelo qual os agentes lutavam, além do porte de arma, é o reconhecimento do poder de polícia.

Na prática, a nova lei autoriza esses profissionais a atuarem não apenas na segurança patrimonial (de bens, serviços e instalações), mas também na preservação da vida, na proteção da população e no patrulhamento preventivo.

"O projeto ampara definitivamente e dá segurança jurídica à atividade policial das guardas municipais, permitindo-lhes maior contribuição para a redução e prevenção da criminalidade e da violência", explicou a relatora Gleisi Hoffmann.

O projeto ainda atende à reivindicação da categoria ao estruturá-la em carreira única, com progressão funcional e ocupação de cargos em comissão somente pelos próprios agentes. “As guardas serão valorizadas, tendo existência própria, permanente e subordinação direta ao chefe do poder executivo local”, declarou a senadora.

O texto cria uma identidade nacional aos guardas municipais e dá prazo de dois anos para a utilização de uniforme e equipamento padronizado. A proposta ainda cria um limite para o quantitativo, que não poderá ser superior a 0,5% da população do município.

De acordo com a proposta, só poderão integrar a carreira brasileiros com mais de 18 anos, em pleno gozo dos direitos políticos, com comprovada quitação com as obrigações militares e eleitorais, nível médio completo de escolaridade, aptidão física, mental e psicológica, e "idoneidade moral comprovada por investigação social e certidões expedidas junto ao Poder Judiciário".

Além de especificar as funções e “princípios” que devem reger as guardas civis, o projeto estabelece algumas proibições aos integrantes da categoria. Pelo texto, é vedado a esses servidores participar de atividades político partidárias, “exceto para fazer a segurança exclusiva do chefe do Executivo e de bens públicos”.

Os integrantes das guardas municipais também não poderão fazer proteção pessoal de cidadãos, exceto em caso de decisão judicial.
(Portal G1).

COMO SURGIU O FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS

Por Marcílio Reinaux Maia 


1º Festival de Inverno de Garanhuns
Para falar da criação do FIG, em primeiro lugar, acho que devemos fazer justiça a quem de direito. A ideia da criação do FIG deve-se a um garanhuense que não reside em Garanhuns, mas, que ama essa terra de paixão. Sou suspeito para falar, pelos laços de família, porém, na realidade, quem teve a ideia foi meu tio Marcílio Reinaux (as pessoas sempre me confundiram com o meu tio. Ele é Marcílio Lins Reinaux e eu Marcílio Reinaux Maia). Foi ele quem desde o final dos anos oitenta nutriu a ideia de realizar em Garanhuns um festival de inverno, a exemplo do que já existia em Campos do Jordão.
Ivo Tinô do Amaral

Meu tio sempre vinha a Garanhuns quando tinha disponibilidade de tempo e nessas vindas conversava muito com o então prefeito Ivo Amaral, por quem sempre teve grande admiração e respeito. Numa dessas conversas mostrou o esboço do que poderia ser o festival de inverno. Na época eu era funcionário da prefeitura. Não existia Secretaria de Turismo e eu era apenas Diretor de Cultura.

Em 1990 (início do ano se não me engano) o prefeito Ivo Amaral agendou uma reunião a ser realizada em Recife para tratar do assunto. A reunião foi marcada para o Hotel do Sol (Grupo Tavares Correia) em Boa Viagem. Daqui de Garanhuns fomos eu, o prefeito Ivo Amaral e sua esposa Edjenalva. Lá do Recife estavam Dr. Paulo Tavares Correia, sua esposa Suzana, meu tio Marcílio e sua esposa Gláucia e como convidado especial o jornalista Gildson Oliveira do Diário de Pernambuco.

Na reunião meu tio fez a explanação do que poderia ser o Festival de Inverno de Garanhuns e, inicialmente, a idéia era fazer um festival de música clássica, no mês de julho (mês costumeiramente mais frio na cidade) e o ponto principal, era explorar as potencialidades do nosso clima. Todos foram unânimes em afirmar que a ideia era muito boa e o próximo passo seria a busca de apoio para a realização do evento.

No dia seguinte à reunião, houve ampla divulgação na mídia pernambucana, sobretudo pela estratégia do prefeito Ivo Amaral de convidar para a reunião seu amigo Gildson Oliveira, à época, Editor Regional do Diário de Pernambuco. Fato é que, após aquela reunião, foi lançada oficialmente a ideia do 1º Festival de Inverno de Garanhuns. Mas, o Festival de Inverno de Garanhuns apesar de ter tudo para dar certo, era uma idéia embrionária e como tudo que está começando, não teve a adesão imediata de possíveis patrocinadores e sua primeira versão terminou por ser postergada para que se buscasse com mais tempo o patrocínio desejado.

Só no ano seguinte, em 1991, creio eu que por conta da repercussão da ideia na mídia, houve a decisão do Governo do Estado através da FUNDARPE (leia-se Rubem Valença Filho) de apoiar a realização do evento, cuja primeira versão aconteceu no período de 13 a 28 de julho de 1991, portanto, dezesseis dias de evento. Mas, sobre a realização da primeira versão, falarei no próximo post sobre o assunto. Para finalizar é bom deixar claro que para se tornar realidade o FIG seguiu os seguintes passos:

Idéia: Prof. Marcílio Lins Reinaux

Decisão de fazer: Prefeito Ivo Tinô do Amaral

Apoio necessário à realização: Governador Joaquim Francisco/Fudarpe/Rubem Valença Filho.

Matéria publicada no Blog do Ronaldo Cesar - em 9 de  Junho  de 2011.

INGRESSOS PARA O CIRCO, TEATRO E DANÇA DURANTE O 24º FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS

Polo Circo - Centro Administrativo da Prefeitura de Garanhuns. Av. Caruaru - Vizinho à Rodoviária.

As apresentações dos espetáculos circenses acontecem às 16h. Os ingressos serão distribuídos gratuitamente das 13h30 às 15h. Cada pessoa pode receber até 3 ingressos.

Lotação máxima: 1.300 pessoas.

Atenção: Nos dias 25/07 e 26/07 haverá duas sessões, 14h e 16h, da Mostra de Números Circenses e do espetáculo "O Reencontro de Palhaços na Rua é a Alegria do Sol com a Lua". Por isso, apenas nestes dias, os ingressos serão distribuídos das 11h30 às 13h.


Teatro Luiz Souto Dourado: Ao lado da Praça Mestre Dominguinhos  –Apresentações às 19h.
Ingressos serão distribuídos gratuitamente das 10h às 11h e das 15h às 16h.
Cada pessoa pode receber até 2 ingressos.
Lotação máxima: 600 pessoas.

Espaço da Dança e do Teatro para Infância: Parque Euclides Dourado, Heliópolis
Apresentações às 16h.
Ingressos serão distribuídos gratuitamente das 14h às 15h30.
Cada pessoa pode receber até 2 ingressos.
Lotação máxima: 400 pessoas

FIG 2014 - EXPOSIÇÃO EXIBE IMAGENS INÉDITAS DO CANGAÇO

Do Blog do Instituto Garanhuns

O Instituto Histórico de Garanhuns  juntamente com o Professor Vilela, traz  a exposição “Iconografia do Cangaço” com fotos inéditas e colorizadas. A exposição estará aberta ao público durante todo o Festival de Inverno no  Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns, localizado na Praça Dom Moura 44, centro da cidade. 

O cangaço é considerado por muitos historiadores, como uma das páginas mais importantes da história do Nordeste brasileiro. Muitas são as visões sobre esse fenômeno. Uns defendem o cangaço e seus protagonistas, cangaceiros como Lampião e Corisco, como fruto dos movimentos sociais do Nordeste na busca por independência. 

O visitante além de conhecer um pouco da História do Cangaço, poderá também adquirir os livros: “O Incrível Mundo do Cangaço I e 2”  e “A Outra Face do Cangaço”  escrito pelo Professor Vilela.

CURIOSIDADES 

Reza a lenda que Lampião ganhou esse apelido ao inventar uma técnica que fazia o rifle comum disparar mais rápido, parecendo uma pistola automática – o clarão que saía da boca da arma lembrava a luz de um lampião. 

Em 1926, num ato de gozação, Lampião enviou um telegrama ao Governador de Pernambuco dizendo que seria governador de uma determinada área do Estado. Por isso, o apelido “Governador dos Sertões.