terça-feira, 26 de agosto de 2014

PESQUISA REVELA APROVAÇÃO DE MAIS DE 80% DOS TURISTAS DO FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS

Foi constatado que os principais turistas que visitam Garanhuns, no período, são vindas dos estados Pernambuco (69%), Alagoas (20%), Rio Grande do Norte (7%), Sergipe (2%) e Minas Gerais (2%). A faixa de idade com maior predominância esteve entre 25 e 34 anos. Aproximadamente 67% dos turistas abordados são solteiros, 31% casados e 2,2% viúvos. O grau de instrução segue a mesma linha de grande diversidade, o fato de atrair pessoas de todas as idades, de várias ocupações, mostrando que 29% possui ensino superior, 31,8% ensino médio e 29% têm ensino superior incompleto.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geandré Nogueira, em torno de 24% da população visitante disse estar em Garanhuns com frequência média de 15 vezes ao ano. “Mais de 50% respondeu que já visitou a cidade algumas vezes. Os outros pouco mais de 24% responderam que estavam visitando a cidade pela primeira vez. O tempo médio de permanência de todos foi de três dias, justificando, assim, o fator de grande lotação nos meios de hospedagem nos finais de semana”, completa Nogueira.

O levantamento mostra ainda que mais de 80% dos entrevistados disseram que tiveram suas expectativas superadas com a edição do ano de 2014. Entre os pontos positivos citados estiveram à beleza natural da cidade, a limpeza, reformas nas praças e o Parque Euclides Dourado. Sobre a pretensão de retorno para a 25ª edição, 100% dos turistas responderam que deverão voltar.

Texto: Cloves Teodorico
Foto: Renand Zovka
Secom/PMG

26 DE AGOSTO NA HISTÓRIA



1957
    
A URSS anuncia ter testado com sucesso um míssil balístico intercontinental de vários estágios.

1972  
  
Começam os XX Jogos Olímpicos, em Munique.

1974 
   
Portugal concede independência a Guiné-Bissau.

1978  
  
Numa das mais rápidas eleições da história da Igreja, os colégio cardinalício escolhe como novo papa o cardeal Albino Luciani, que assumiu o nome de João Paulo I.

1983    

O presidente Figueiredo reassume seu cargo, depois da cirurgia cardíaca a que se submeteu em Cleveland.

1991   
 
Astrônomos da Universidade de Princeton anunciam a descoberta de um quasar a 12 bilhões de anos-luz da Terra.

1996
    
O ex-presidente da Coreia do Sul, general Chung Du Han, é condenado à forca.

2002    

Incêndio consome parte da Reserva Biológica de Poço das Antes, em Casemiro de Abreu RJ.

2003    

Marte chega a 55.758.000km da Terra, o ponto mais próximo de noisso planeta nos últimos 60.000 anos

2003   
 
Relatório conclui que acidente com a nave Columbia foi culpa da NASA.

CHARGE DO DIA - TIRIRICA CANTA: "O PORTÃO"

CONCURSO PÚBLICO PARA A SAÚDE COM 1.905 vagas


Serão  1.905 vagas para hospitais da rede estadual de saúde, sendo 11 da Região Metropolitana do Recife (RMR) e 10 do Interior do Estado. O edital será publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (26/08).

A seleção será organizada pela IAUPE/CONUPE (www.upenet.com.br).

O último concurso voltado para profissionais de saúde para a rede estadual foi realizado em 2004. "O novo certame será fundamental para preenchimento de lacunas de profissionais que se aposentaram ou pediram exoneração, ampliando e garantindo o acesso regionalizado da população aos serviços de saúde, principalmente em áreas consideradas estratégicas, como assistência obstétrica e terapia intensiva, já que o concurso inova na definição de vagas para profissionais especialistas nestas áreas", explica a secretária de Saúde, Ana Maria Albuquerque.

Do total de vagas, 821 são para o cargo de Analista em Saúde, divididos nas seguintes funções: Assistente Social (43 vagas); Biomédico (13 vagas); Cirurgião Dentista (24 vagas); Cirurgião Dentista com especialidade em cirurgia buco-maxilo-facial (04 vagas); Enfermeiro Assistencial (253 vagas); Enfermeiro Obstetra (77 vagas); Enfermeiro Uteísta (56 vagas); Farmacêutico Diarista (41 vagas); Farmacêutico (59 vagas); Fisioterapeuta Motor (18 vagas); Fisioterapeuta Respiratório (38 vagas); Fonoaudiólogo (42 vagas); Nutricionista (66 vagas); Psicólogo (53 vagas); e Terapeuta Ocupacional (34 vagas).

As outras 1.084 vagas são para o cargo de Assistente em Saúde. Todas as vagas são para profissionais plantonistas, a exceção do cargo de Analista em Saúde função Farmacêutico Diarista.

Para qualificar os serviços e garantir a assistência especializada aos usuários do SUS, os profissionais de enfermagem e fisioterapia serão lotados por área de especialidade, reforçando o perfil de cada unidade hospitalar de maneira regionalizada. Para a distribuição das vagas, foram analisadas as necessidades e o perfil de cada serviço.

Os cargos de Analista em Saúde receberão um vencimento de R$ 1.518,38, com gratificação de plantão no valor de R$ 798,60. As exceções são os cargos de Analista em Saúde na função de Cirurgião Dentista com especialidade em cirurgia buco-maxilo-facial, que terá vencimento de R$ 4.599,02, com gratificação de plantão de R$ 2.915,72; e de Analista de Saúde função Cirurgião Dentista, que receberá gratificação de plantão no valor de R$ 2.134,00. Já os Assistentes em Saúde receberão vencimentos de R$ 724,13, com gratificação de plantão de R$ 261,35.

Hospital Regional Dom Moura será beneficiado com concurso público.
Assim como no último concurso para médicos, realizado em 2013, as vagas serão preenchidas por Gerências Regionais de Saúde (Geres). Ou seja, no ato da inscrição, o profissional já poderá escolher a Região do Estado em que irá atuar. O maior número de vagas será para a I Geres, com sede em Recife (1.078), que conta com os hospitais Barão de Lucena, Restauração, Agamenon Magalhães, Getúlio Vargas, Otávio de Freitas; Geral de Areias; Correia Picanço; Ulysses Pernambucano; Policlínica Jaboatão-Prazeres; Alcides Codeceira, em Igarassu; e Sanatório Padre Manoel, em Paulista.
(Blog do Ronaldo Cesar)

PROGRAMAÇÃO DA FESTA DAS ÁGUAS EM ÁGUAS BELAS


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

CORDEIRO - GARANHUNS FREVO

QUEM FOI O VERDADEIRO ENGAVETADOR-GERAL DA REPÚBLICA QUE O JORNAL NACIONAL QUERIA SABER?



ACESSE AQUI OS DOCUMENTOS ACIMA REPRODUZIDOS:


Por Altamiro Borges


No comício de lançamento da candidatura da senadora Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná, na semana passada, o ex-presidente Lula fez uma afirmação que irritou os tucanos que militam nas redes sociais. Com todas as letras, ele disse que FHC “desmantelou instrumentos de combate à corrupção” durante o seu triste reinado (1995/2002). Segundo relato do repórter César Felício, do jornal Valor, o líder petista ainda comparou a sua gestão à dos tucanos no que se refere à defesa da ética. “Eu queria que vocês estudassem todos os governos anteriores ao meu, e se fizeram 50% do que fiz em termos de criar instrumentos de combate à corrupção”, afirmou. Os tucaninhos detestam estas comparações.

Ainda segundo o repórter, o ex-presidente citou alguns tristes episódios do seu antecessor. Lembrou que uma das primeiras iniciativas de FHC foi baixar o decreto 1376/95, que extinguiu uma comissão especial, criada por Itamar Franco, para investigar as denúncias de corrupção no governo. “Depois, eles nomearam o engavetador-geral da República e engavetaram os casos Sivam, Pasta Rosa e a compra de votos da reeleição, num total de 459 inquéritos criminais, sendo quatro contra o próprio FHC”, prosseguiu o petista. “O termo engavetador-geral usado por Lula fez alusão ao ex-procurador-geral Geraldo Brindeiro, assim denominado por seus adversários à época”, lembra o jornalista.

O duro discurso de Lula gerou reações imediatas e raivosas dos militantes digitais da direita nativa – muitos deles, profissionalizados e anônimos. Eles negaram que FHC tenha acobertado a corrupção, juraram de pé junto que o grão-tucano é um exemplo de ética e atacaram os “petralhas” e os “mensaleiros”. Mas se já é difícil esquecer o que ­se escreve, como rogou FHC em certa ocasião, mais difícil ainda é se apagar da memória o que se fez. Só para atazanar a vida dos tucaninhos da rede, reproduzo abaixo uma lista singela dos crimes acobertados no reinado de FHC:


A LISTA DOS CRIMES TUCANOS:


Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias.

Caso Sivam: Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou.

Pasta Rosa: Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”.

Compra de votos: A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI.

Vale do Rio Doce: Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD.

Privatização da Telebrás: O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infra-estrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada.

Ex-caixa de FHC: A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

Juiz Lalau: A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”.

Farra do Proer: O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC.

Desvalorização do real: De forma eleitoreira, FHC segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de FHC. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais. Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado.

Sudam e Sudene: De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.

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